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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Uma Descoberta a Cada Esquina: Comida de Rua | Colômbia

Um pouco por toda a Colômbia somos presenteados pela cor que vive e dá vida à rua.
São múltiplos os comércios e bancas de rua a oferecer diversas opções de comida.
Sim, como já vimos, a fruta está sempre presente.















Mas não só de fruta se faz a oferta de rua. 
No capítulo dos doces tropeçamos - que tropeço delicioso, múltiplas vezes com vendas de obleas. Esse doce é incrivelmente delicioso, como por vezes parece que só as coisas simples podem ser. Duas bolachinhas intervaladas de doce resulta numa oblea.
A nossa favorita é a de arequipe, um género de caramelo guloso.




Inúmeras vezes também nos cruzamos com a venda de cocadas de todos os géneros. Seja nas praias do Caribe, ao largo de Cartagena, como nas arcadas da Plaza de los Coches, também em Cartagena.





As empanadas e as arepas são outras iguarias que podemos também encontrar com facilidade em qualquer rua e que ajudam, deliciosamente, a forrar o estômago.
A arepa é um prato de origem venezuelana, mas adoptado pelos colombianos. Há diversas formas de elaborar arepas. Umas são simples, outras recheadas, ainda outras com ovo. Uma vida não chega para fazer uma aproximação a todos os tipos de arepa.



 Empanadas de carne com molho picante. Estas, servidas na estrada de Bogotá para Vila Leyva, foram as melhores.



 Arepas de ovo, do Donde Magola em Cartagena


Quando a fome aperta um snack como banana frita ajuda muito e faz-nos salivar por mais. Maravilhoso.



Outras iguarias também ajudam a compor o estômago. Como o milho assado, salsichas, espetadas, batatas.





Para quem quiser beber um tinto, que é como quem diz um café colombiano, tem múltiplas oportunidades enquanto deambula pelas ruas.


Cafetero na Plaza de Bolívar, em Bogotá


Azeite, para temperar qualquer refeição, também não é uma dificuldade.



Se não encontrar nada (o que é difícil), nas maiores cidades, pode sempre desencaminhar os moços que levam o almoço para alguém.




Contudo, parece-me que não é necessário, pois a cada esquina há algo a descobrir e que nos fascinará.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Goa | Padarias

Talvez marca da influência portuguesa não poucas vezes durante a nossa estadia em Goa deparámo-nos com padarias.
Como esta em Goa Velha, a caminho da Capela da Nossa Senhora do Monte, que não chegámos a entrar.


Entrámos antes numa no centro de Goa Velha, onde comemos chamuças, mas também podíamos ter comido doces. Mesmo assim escrito em português, D O C E.
A presença portuguesa deixou de ser uma realidade, mas a influência está lá nas pequenas coisas do quotidiano.
 

Em Candolim, detivemo-nos nesta montra e comemos vários bolinhos, entre os quais o jalebi, especialidade do norte da India.
 

Em Panjim, em dia de Holi, a maior festa Hindu, a qual celebra a entrada na Primavera, depois do nosso corpo ter assumido todas as cores da tabela RGB, parámos na padaria Geeta.


Solicitámos um conjunto de bolinhos secos. Amêndoa, coco, baunilha. E seguimos rumo à árdua tarefa de retirar as cores da nossa pele.


Em Chandor, junto ao mercado, não aviámos nada mas chamou-nos à atenção o charme da padaria.
O interior cuidado contrasta com o exterior, a precisar de um retoque. 


Outra influência portuguesa, que também não chegámos a experimentar, são os licores.


Fica para a próxima.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Doces Tailandeses

Os portugueses têm fortes responsabilidades na culinária tailandesa. Muitos dos principais ingredientes base foram introduzidos por mercadores e missionários portugueses e espanhóis após a chegada ao sudeste asiático. Muitos desses produtos foram trazidos do Novo Mundo, tais como os tomates, batatas, chillies, papaias, ananás, batata doce, amendoim, entre outros.
Para além da introdução de ingredientes fundamentais, os portugueses foram responsáveis também na inclusão de técnicas de cozinha, nomeadamente na doçaria.
O uso da gema em algumas sobremesas tailandesas é uma herança portuguesa, há sobremesas que são semelhantes aos doces de ovos e outras usam fios de ovos, como a khanom buang,  um género de panqueca com coco e fios de ovo, que  comemos sempre que nos cruzámos com ela. Deliciosa.
  

Outro doce que diversas vezes degustámos, tanto em Bangkok como, anteriormente, no Laos foi o kanom krok. É basicamente uma mistura de massa de farinha e creme de coco cozido numa panela com concavidades em fogo de carvão. No fim é colocado um pouco de cebolinho e é servido numa folha de banana.


Ambos os doces se encontram com facilidade nas ruas e são uma perdição.
Quem deixa boas heranças? Nós, os portugueses.

domingo, 23 de setembro de 2012

Instantes Algarvios

As melhores pizzas e mojitos de Sagres encontram-se no Hookipa, um dos espaços mais cool, onde logo à entrada há o seguinte aviso "leave your ego here".
Trata-se de um óptimo espaço para um jantar  informal de pizzas e uma noite descontraída.










Todo o ambiente remete para a temática do surf, inclusive as pizzas têm nomes como Waimea, Uluwatu, Supertubos, Mundaka, tudo ondas de nível internacional.

Recentemente, também em Sagres, na Praça da República, abriu o restaurante Rosa dos Ventos ConVida.










Para além do espaço interior, tem uma esplanada na Praça e outra nas traseiras que apresenta uma vista deslumbrante para o mar da praia da Mareta. Nesta esplanada é possível optar pelos poufs, sofás ou mesas. É um espaço fantástico a qualquer hora do dia e para fazer qualquer refeição ou beber um copo.
Quando por lá estivemos optámos pelos petiscos. Experimentámos os camarões com alho e pesto caseiro, ovos com farinheira, pão de alho, bolinhas de alheira e patés diversos.
Para além de estar tudo bom, destaca-se os preços muito acessíveis.

Na nossa estadia algarvia estiveram presentes os incontornáveis doces algarvios.
Alguns adquiridos numa feira na Praia da Luz, a uma produtora de S. Brás de Alportel
e outros na Boutique dos Doces, em Lagos. Inicialmente apenas fábrica de doces regionais algarvios, abriu posteriormente também uma loja onde vende uma parte das 3 mil unidades que em média produz por dia. Para além da elevada qualidade, destaque para os preços muito mais baixos do que os praticados nas restantes pastelarias.
Para além dos doces é possível adquirir compotas, licores e outros produtos tradicionais.

Também em Lagos fomos até ao mercado em busca de marisco. Não havida nada de concha por conta das toxinas que assolavam os areais algarvios por aqueles dias. Deparámo-nos e depois regalámo-nos com uns saborosos lagostins.

Ainda em Lagos, fomos comer peixe ao Escondidinho. Conhecido pela qualidade do seu peixe, mas sobretudo pela opção do rodízio de sardinhas e carapaus. Paga-se 10 euros, mais 3 euros pela salada e 1 euro pelas batatas e come-se as sardinhas ou carapaus que se quiser ou conseguir.
Os comensais no fim podem registar nas paredes da esplanada os seus feitos.

Quem comer mais do que 40 sardinhas não paga nada. Deve ter sido o que sucedeu ao Sr. Bezana em Julho de 2010.
No meu caso fiquei longe desse feito mas contente pelo desempenho, comi 12 dessas daí de baixo.
Quantidade à parte relevo para a qualidade da sardinha e da sua assadura. Em Lagos é de ir em busca deste restaurante Escondidinho.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Doce História

No Princípe Real, quase a chegar ao Miradouro de S. Pedro de Alcantâra, localiza-se a Doce História.
Trata-se de um pequeno espaço dedicado à tradição da doçaria conventual. Ali pode-se encontrar diversas especialidades de todo o país, incluíndo ilhas. No dia em que lá fomos havia, entre muitos outros doces, queijadas da Graciosa, beijinhos de freira, bola de figo, queijadas de noz e misto de alfarroba.
Ficámo-nos por estes últimos dois. Mais do que dizer que não desiludiram, importa afirmar que estavam extraordinários.