quarta-feira, 14 de março de 2012

Forneria Estado Líquido

É no Largo de Santos que se localiza a Forneria Estado Líquido.
A especialidade são as pizzas. Não as italianas mas sim as paulistanas. A massa é igualmente fina, tem tomate e mozarella mas o que diferencia é que os ingredientes são temperados à parte.
Experimentámos uma, a Veneza, com abobrinha, que é o mesmo que dizer courgete, e tomate seco. Estava simplesmente divinal.
Mas como para além das pizzas a oferta faz-se também de risottos, carpaccios e saladas, decidimos investir no risotto paulistano, composto por beringela, courgete e frango. Não atingiu a escala qualitativa da pizza mas estava saboroso.
O espaço apesar de pequeno é muito acolhedor e agradável, muito por conta da decoração cuidada e elegante.

Quinoa

Nestes dias de pré-Primavera com aroma a Verão apeteceu-nos algo condizente.
Apostámos numa quinoa com courgete e cenoura.
A quinoa é uma planta originária da América do Sul, mais concretamente das terras altas dos Andes. Curiosamente, depois de gradualmente ter deixado de ser usada após a ocupação espanhola e de ter sido substituída pelo consumo de trigo e cevada, apenas nas últimas décadas do século XX é que voltou a ser cultivada e consumida em larga escala.
Pela sua composição é considerada, pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, um dos alimentos mais completos e funciona na alimentação como um substituto do arroz.

Doce História

No Princípe Real, quase a chegar ao Miradouro de S. Pedro de Alcantâra, localiza-se a Doce História.
Trata-se de um pequeno espaço dedicado à tradição da doçaria conventual. Ali pode-se encontrar diversas especialidades de todo o país, incluíndo ilhas. No dia em que lá fomos havia, entre muitos outros doces, queijadas da Graciosa, beijinhos de freira, bola de figo, queijadas de noz e misto de alfarroba.
Ficámo-nos por estes últimos dois. Mais do que dizer que não desiludiram, importa afirmar que estavam extraordinários.

sábado, 3 de março de 2012

Confraria Lx - Sushi no Cais

Ali no Cais do Sodré, onde parece que agora tudo se passa, no início da Rua do Alecrim, fica o Confraria Lx. Inserido no Lx Boutique Hotel este restaurante japonês de fusão prima pela qualidade, quer da comida como do espaço.
O espaço é sofisticado, confortável, muito acolhedor e de decoração de bom gosto. Enfim, esbanja charme.
A carta é composta por pratos mais tradicionais e por outros onde a fusão é a palavra de ordem. Exemplo disso é o óptimo ceviche jô com salmão e peixe branco e um sabor mais avinagrado, como é apanágio do prato peruano. Comemos ainda um urakami ebi, com camarão picado, maionese e cebolinho, um uramaki gaíjín spice, de atum grelhado, tabasco, maionese, cebolinho, ovas de peixe voador e molho tarê, um uramaki califórnia, com manga, pepino e salmão e uma tempura de legumes panados.
A noite terminou no outro lado da rua, na Pensão do Amor, com um pisco sour, longe da potência e do sabor original mas reconciliador.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Inca Kola - El sabor del Perú

El sabor del Perú.
Este foi o slogan durante uns anos da Inca Kola.
Esta bebida, formulada a partir da lúcia-lima, é, a par da global Coca-Cola, o refrigerante mais popular do Peru.
Para além da sua popularidade é uma presença na paisagem. É uma constante ver casas ou muros pintados com as suas cores vivas. Por estes lados a publicidade no espaço público faz-se sobretudo assim.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Huummm...Cupcakes

Tease?
T E A S E?
Alguém se arrelia?
Só se for por ter dúvidas.
Entre um destes...
...ou destes.
A escolha para adoçar a tarde foi esta. No conforto da Tease, no Bairro Alto.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Moamba de Galinha

Até aqui sempre comi moamba de galinha na Tia Bê. Não, não é minha tia. É antes a tia de todos os que frequentam – “sobrinhos”, como gosta de apelidar - o seu restaurante na Cova da Piedade.
Este Domingo comi a moamba da tia Mena. Não, também não é minha tia. Neste caso é tia de uma amiga. Para além de comer tive direito a ver e a ter uma pequena participação na parte final da elaboração do funge de mandioca. Energicamente e cheia de água na boca bati o funge de mandioca para desengrossar.


Pois bem, a acompanhar a moamba de galinha, confeccionada a preceito com óleo de palma e quiabos, houve funge de farinha de mandioca, funge de farinha de milho e, para os esquisitos, arroz branco.


Funge de milho

E como estava de sabor? Bem…será que muito bom serve? Não, parece-me que delicioso e perfeito adequam-se mais. Estava tudo divinal, inclusive o gindungo made in africa power.
Como a refeição foi ligeira, de sobremesa, para além de gelado e fruta, ainda houve mousse de chocolate Charlotte - sempre em grande forma no sabor - e um bolo de bolacha, que apesar de não ser grande apreciadora, estava igualmente muito bom.



Esteve tudo perfeito, convívio incluído.