terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Tarik | Croissants

Tarik. Não, não me estou a referir ao Tarik Sektioui, jogador de futebol marroquino que passou pelo Futebol Clube do Porto.
Mas dou uma dica. Chamava a esse jogador o "croissantzinho".
Pois é, Tarik é nome de croissant. Dos melhores croissants de Lisboa e arredores.

São os meus croissants de infância, juventude e idade adulta. Há décadas que a croissanteria Tarik funciona no Centro Comercial da Portela, o bairro onde cresci. 
Pela qualidade, o sucesso dos croissants extravasa o bairro. A variedade é enorme mas sou fiel aos de chocolate, que são especialmente imperdivéis.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Banquete à Bordalo Pinheiro

Andámos pelo jardim Rafael Bordalo Pinheiro.
Ocorreu-me que a partir das peças de cerâmica que por lá se encontram, se naturais fossem, obviamente, fazia-se um belo banquete.
Ora vejamos, cogumelos,










caracóis,










sapateira,










lavagante,










caranguejo, amêijoas e peixe.










Seria um repasto em grande. Como a obra do Bordalo Pinheiro

domingo, 6 de janeiro de 2013

Bolo Rei em Gelado

Por estes dias na geladaria Artisani deliciámo-nos com um sabor típico da época mas pouco comum em gelado.
Bolo Rei. Servido à bola ou no formato do próprio bolo.
Excelente ideia e muito bem conseguida.
Nham nham.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Mensagem de Hong Kong

Recebi esta fotografia, que corresponde à primeira refeição da minha mãe e manita, em Hong Kong. Talvez por não ter outra alternativa, a mãe comeu com pauzinhos.

Enjoy garotas.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

All you can eat | Sushi

No sábado foi noite de All you can eat.
Estivemos no Sushi Factory, a mais recente oferta na área de restauração da Lx Factory. Optámos pela modalidade de comer até rebentar e simultaneamente ficámos nas mãos do sushiman.
Não nos arrependemos. Para começar vieram uns hot rolls de salmão óptimos e muito bem empratados. O mimo de uma flor.
De seguida veio um combinado igualmente de uma aparência visual irrepreensível. O sabor esteve ao nível do aspecto. Entre uramakis, niguiris, gunkan tudo se aproveitou.
Por fim, ainda arranjámos espaço para sashimi de salmão e de peixe branco.
Sem muita resistência ainda aceitámos de sobremesa um hot roll de banana, queijo e mel. Até eu que não gosto de queijo aprovei.
De seguida aproveitámos ainda para ir ao, também recentemente inaugurado, Espaço Brasil. A acompanhar uma caipiroska de papaia e manjericão acabámos a noite a ouvir Do Leme ao Pontal, onde o grande Tim Maia imortalizou o refrão
Tomo guaraná, suco de caju,
Goiabada para sobremesa...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Açai e Outras Iguarias Brasileiras

Açai. Até há pouco tempo para mim açai era sobretudo a música do Djavan.
Sabia que era um fruto, que se usava para fazer sumo mas isso ressoava bem longe e sem particular curiosidade.
Porém, cada vez fui ficando mais curiosa por este fruto da região amazônica, talvez por se começar a falar mais por terras lusas e no resto do mundo, a avaliar pelo que referiu Thiago Castanho, chef brasileiro, neste artigo da Alexandra Prado Coelho no Jornal Público.
Foram surgindo ecos que já se podia encontrar açai em alguns sítios em Lisboa mas nunca tinha tido oportunidade de me cruzar e provar esta especialidade.
Mas o dia chegou. E fiquei particularmente feliz e agradada com o que provei.
 
Recentemente fomos até ao Mr Coco, um estabelecimento já existente na Costa da Caparica e que recentemente abriu outra loja em Lisboa, na Rua dos Fanqueiros. Tivemos finalmente oportunidade de experimentar uma taça de açai, na qual o açai é servido gelado, com granola e fruta (banana e morango). Uma delícia.
Servem o açai também em sumo mas não chegámos a provar. Optámos antes pelo caldo de cana com lima. Estava também óptimo. A cana é transformada em sumo no momento, através de numa máquina existente na lanchonete para o efeito.
 
Comemos ainda uns pastêus de carne e de frango (esfirra), que não estavam nada de especial, e investimos na doçaria brasileira. E que belo investimento!
Deliciámo-nos com um Bem Casado, doce feito à base de doce de leite e típico nos casamentos brasileiros (oferta dos noivos aos convidados para bom augúrio), com um Cazujinho e com uma Cocada Recheada, estes dois últimos que se denunciam com o próprio nome.
Ficou por provar mais uma série de doces e outros comes e bebes que nos despertaram atenção.
Suspeito que em breve voltaremos.

Un peu de France à Lisbonne

La Boulangerie by Stef é um cantinho francês na Baixa Pombalina, que procura aliar a tradição à inovação.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Denota-se isso quer na decoração, que procurou manter a traça pombalina e reutilizou de uma forma criativa materiais como portas e janelas de madeira, bancos de escolas e teatros, como nas ofertas gastronómicas que apresenta, que vão desde os tradicionais croissants, pains au chocolat e baguetes a outras criações que surgem do laboratório da Boulangerie.
O espaço apresenta ofertas para as várias horas do dia. É assim possível tomar o pequeno-almoço, almoçar, tomar um brunch, lanchar, tapear ou levar pão e outras iguarias para casa.
Nós tivemos lá um dia destes num lanche generoso composto por croissant, pain au chocolat, baguete e mais duas qualidades de pão, compotas, manteiga, leite com café e chá.
É mais uma possibilidade acolhedora e saborosa numa cidade que apresenta cada vez mais uma oferta diversificada e de qualidade no sector gastronómico.